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Evento Clínica do Testemunho Refúgio e Exílio – Sofrimento da identidade no encontro com a diferença cultural

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Aproveitamos o tema das postagens do mês de junho do Blog Resistência – A Ditadura e o mundo dos Exílios – para divulgar mais um evento da Clínica do Testemunho, grande parceira do APERS na realização de debates sobre a temática.30.06.2014 Evento Clinica do testemunho

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Oficina Resistência em Arquivo

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Nesta semana trazemos alguns materiais produzidos por estudantes que vieram ao Arquivo Público do Rio Grande do Sul conhecer  instituição e participar da oficina de educação patrimonial “Resistência em Arquivo”. Como parte da dinâmica da oficina, os alunos conhecem o acervo e trabalham com documentos de pessoas que foram presas e perseguidas por motivos políticos durante a ditadura. No final da atividade os estudantes são convidados a tecer comentários sobre a atividade, sobre o que eles acharam da oficina e da história dos personagens. A seguir deixamos alguns desses materiais confeccionados em oficina. CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR.

11 de Setembro, um atentado à democracia.

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Golpe de Estado no Chile.Presidente Salvador Allende.

Golpe de Estado no Chile.Presidente Salvador Allende.

Esta semana o editorial se propõe a abordar o golpe de 1973 no Chile sobre o governo do presidente eleito democraticamente, Salvador Allende. Enfatizamos também aqui as relações internacionais e o contexto mundial de bipolaridade capitalista/comunista como fator determinante e de sustentáculo para essas ditaduras do Cone Sul.

No Brasil de 1964 o golpe de estado já era uma realidade, a intervenção dos militares na política aconteceu com apoio dos estadunidenses. Neste mesmo ano vencia as eleições para presidente da República do Chile, Eduardo Frei Montalva, advogado e político do partido centrista chileno democrata-cristão. No Brasil a intervenção/apoio dos Estados Unidos veio através da diplomacia política e militar. No Chile os EUA colocaram a CIA para gerenciar a campanha publicitária do candidato Montalva.

A Agência Central de Inteligência (CIA) hoje reconhece a influência exercida no golpe de estado do Chile. Assumindo a ajuda e apoio a grupos de militantes de direita ou anti-Allende. Em 1962 a CIA já apoiava grupos de ação cívica, que realizaram várias atividades de propaganda, incluindo a distribuição de cartazes e folhetos anticomunistas ou de direita. Em 1964 já contava com um extenso aparato de propaganda inclusive dentro da grande mídia, o que ajudou a eleger um opositor das ideias propostas pela esquerda, representada por Salvador Allende. Os relatórios que a CIA fornece mostram claramente a intervenção americana na política do Chile. Buscava desestabilizar as eleições com gigantescas doações em dinheiro para os partidos que fizessem oposição as idéias de Allende. Em 1964, perdeu as eleições presidenciais para Eduardo Frei, o candidato do Partido Democrata Cristão, graças a essa intervenção publicitária da CIA.

Golpe de Estado no Chile. Presidente Salvador Allende.

Golpe de Estado no Chile. Presidente Salvador Allende.

Salvador Allende foi o fundador do Partido Socialista Chileno, era médico, funcionário público e político. Chegou a presidência do Senado em 1966, onde os políticos de esquerda já tinha obtido um espaço de representação considerável. Além de ser o 45º presidente no Chile é o primeiro marxista do mundo (democraticamente eleito) a governar um país. Em 1970 Allende vence as eleições, deixando os setores conservadores e a CIA temorosos, pois isso provavelmente significaria uma reestruturação econômica e social da sociedade Chilena. Já no Senado, Salvador se mostra bem posicionado em torno de questões polêmicas como Reforma Agrária, que é a distribuição mais justa de terra e terrenos. Reformar no ensino público e privado, o que possibilitou ampla inserção da população de renda baixa se inserir em escolas particulares. Com a ajuda dos trabalhadores proibiu a exportação do cobre.

Golpe de Estado no Chile. Augusto Pinochet, comandante do Golpe de Estado.

Golpe de Estado no Chile. Augusto Pinochet, comandante do Golpe de Estado.

Os grupos organizados por Allende, contavam com as classes populares, que até então não participavam da política chilena. A Unidade Popular traduzia a vontade do povo nas ruas e nas urnas. A reação veio por parte da marinha Chilena com apoio da CIA, cansados de fazer oposição pela via política, pela publicidade, pelos meios econômicos e comerciais.

O golpe, planejado pela Marinha com apoio total do governo dos EUA, foi posta em prática, sob a direção do comandante-em-chefe do exército, o general Augusto Pinochet em 11 de setembro de 1973. Através de um telefonema nas primeiras horas da manhã daquele dia transmitiram para Allende a ação militar, junto com seu guarda-costas, foi para o Palacio de la Moneda, sede da presidência. Allende e a Unidade Popular resistiram transmitindo a todos cidadãos do Chile um discurso que marcaria a história da política mundial, seu discurso até hoje é uma referencia de perseverança frente a luta por uma sociedade mais justa e igualitária:

Allende Discursa

Clique para ouvir o audio.

“Seguramente, esta será a última oportunidade em que poderei dirigir-me a vocês. A Força Aérea bombardeou as antenas da Rádio Magallanes. Minhas palavras não têm amargura, mas decepção. Que sejam elas um castigo moral para quem traiu seu juramento: soldados do Chile, comandantes-em-chefe titulares, o almirante Merino, que se autodesignou comandante da Armada, e o senhor Mendoza, general rastejante que ainda ontem manifestara sua fidelidade e lealdade ao Governo, e que também se autodenominou diretor geral dos carabineros. Diante destes fatos só me cabe dizer aos trabalhadores: Não vou renunciar! Colocado numa encruzilhada histórica, pagarei com minha vida a lealdade ao povo. E lhes digo que tenho a certeza de que a semente que entregamos à consciência digna de milhares e milhares de chilenos, não poderá ser ceifada definitivamente. [Eles] têm a força, poderão nos avassalar, mas não se detém os processos sociais nem com o crime nem com a força. A história é nossa e a fazem os povos. Trabalhadores de minha Pátria: quero agradecer-lhes a lealdade que sempre tiveram, a confiança que depositaram em um homem que foi apenas intérprete de grandes anseios de justiça, que empenhou sua palavra em que respeitaria a Constituição e a lei, e assim o fez.”  Salvador Allende, dia 11 de Setembro de 1973.

A sede do governo foi bombardeada pelos canhões do Exército chileno e por aviões da Força Aérea chilena. Depois de três horas bombardeando o Palácio de La Moneda com aviões da força aérea, foi tomada pelo exercito. Allende foi o primeiro presidente declaradamente marxista a assumir um governo democraticamente eleito, teve um fim trágico, as circunstancias de sua morte ainda é alvo de uma forte disputa política no Chile, assim como seu legado.

Fontes:

Fontes:Atividades da CIA no Chile (Página em inglês)

Discurso Completo, últimas Palavras de Allende à Nação

Visões da Ditadura no Chile através do futebol

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Deveria ocorrer no dia 21 de novembro de 1973, no Estádio Nacional do Chile, a partida de futebol entre as seleções do Chile e da URSS, para a disputa de uma das últimas vagas da Copa do Mundo de 1974, na República Federal da Alemanha. Seria a segunda partida da “repescagem”, tendo a primeira ocorrido em Moscou, onde as duas equipes empataram sem gols.

Jornal chileno trata do primeiro jogo com a URSS (sem identificação)

A vaga seria decidida em território chileno, contudo, os adversários soviéticos boicotaram a partida e não compareceram. Por isso é dado início à partida com um só time em campo, apenas para satisfazer necessidades protocolares. Encontrava-se o futebol dilacerado, expressado na tristeza de um Estádio Nacional praticamente vazio e no gol efetuado melancolicamente por jogadores chilenos. Gol, o grande momento desse esporte, fora efetuado pelos jogadores chilenos como se estivessem cometendo um crime e por isso buscavam dividir a responsabilidade, ao avançarem trocando passes à meta adversária vazia.

A equipe soviética decidira não comparecer, em protesto aos acontecimentos que abalavam o Chile desde setembro de 1973, além de que correriam grande perigo estando baixo dos ditames de Pinochet, o ditador que havia assumido o poder. Precisamente desde 11 de setembro, que marca a trágica derrubada de uma das experiências mais significativas de transformação social vivenciadas no mundo, não só para a América Latina. O governo de Salvador Allende, eleito democraticamente e respeitador da ordem constitucional (que limitava o projeto que tinham para a sociedade), apesar de grande apoio popular comprovado em seguidas eleições, fora derrubado em um golpe militar. O Palácio de la Moneda, sede presidencial, fora bombardeado durante a resistência liderada por Allende, que não saíra de lá com vida. Para saber mais, indicamos o ótimo documentário A Batalha do Chile, que proporciona o quadro geral do golpe

O mesmo Estadio Nacional seria utilizado, pela ditadura recém instaurada, como campo de concentração e de tortura de setembro à novembro de 1973, aparentemente encerrando essas atividades poucos dias antes do jogo. Fora nesse estádio que Victor Jara, um dos principais músicos chilenos e defensor do projeto do governo Allende, fora torturado e assassinado. Seu assassinato pode ser compreendido dentro da ação para calar ou destruir o pensamento engajado e crítico, através da utilização do terror e da violência. Estes foram empregados intensamente no Chile, que havia vivido importantes transformações, motivadas pelo engajamento e pela crítica.  Para melhor compreensão sobre o significado de Jara indicamos o artigo A canção Revolucionária de Victor Jara e o terrorismo cultural do Golpe de Estado Chileno.

Isso refletiu no universo do futebol, que não passou alheio ao que ocorria. Diversos jogadores chilenos desenvolveram significativo pensamento crítico. Carlos Caszely era um destes e por isso tivera sua mãe sequestrada e torturada pelo regime liderado por Pinochet. Não havia qualquer acusação contra ela, contudo isso fora realizado para constranger o jogador, que era um dos principais da seleção chilena. Acontece que o ditador coloca-se frente a Caszely, ao se despedir da seleção que seguiria para a Copa na Alemanha Ocidental. Nega o aperto de mão do ditador, com todos os riscos que isso trazia a si (para mais informações, leia a matéria publicada no Blog da Boitempo). É interessante o uso que Pinochet, assim como outros ditadores, buscaram fazer do esporte, sobretudo do mais popular deles. Seu discurso revela a busca por legitimidade frente a oponião pública internacional (mas também nacional), com a utilização do futebol para esse fim.

 

Durante a Copa ocorre o protesto de algumas pessoas, que utilizaram a visibilidade do mundial para denunciar a Ditadura de Pinochet e a toda a violência que se vivia no Chile.

APERS? Presente, professor! – A Ditadura vista do lado de lá da fronteira: o mundo dos exílios.

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2014.06.11 - O mundo dos Exílios

Hoje disponibilizamos a terceira proposta pedagógica do Projeto APERS? Presente, professor! que está inserida dentro do eixo temático A Resistência à Ditadura Civil-militar – das fontes arquivísticas para a sala de aula, 50 anos depois. Denominada de A Ditadura vista do lado de lá da fronteira: o mundo dos exílios, essa proposta tem como objetivo central, proporcionar uma reflexão acerca do exílio como a última forma de resistência, e muita vezes de sobrevivência, à ditadura e à repressão estatal imposta por ela. Para construí-la, a equipe do projeto utilizou como fonte um processo de indenização de um ex-preso político do período, João Carlos Bona Garcia.Acesse aqui o arquivo da proposta.

Caso o professor tenha interesse em acessar uma cópia na íntegra do fonte utilizada na construção da proposta, clique aqui.

Indicação de filme – Estado de Sítio (Costa-Gavras, 1972)

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O cineasta grego, naturalizado francês, Constantin Costa-Gavras se notabilizou pela perspectiva crítica como constrói seus filmes. Em muitos destes, volta-se à exposição de algumas experiências vividas no interior de regimes de cunho autoritário. Em 1972 grava o longa Estado de Sítio (État de siège) no Chile, pois fora proibido de o fazer no país onde os acontecimentos retratados realmente se passaram: o Uruguai. Este país progressivamente se aproximava do momento de ruptura de sua Constituição, baixo o tacão militar e os desmandos das elites nacionais e estrangeiras, o que ocorreu em junho de 1973. O filme retrata a trama que permeia o sequestro do embaixador brasileiro no Uruguai e do agente estadunidense Dan Mitrione, pelo Movimento de Libertação Nacinoal – Tupamaros.

Os sequestros ocorreram em 1970, como uma forma de pressionar o governo de Juan Maria Bordaberry, que apresentava íntima ligação com as Forças Armadas e subserviência aos interesses da elite uruguaia e estrangeira, o que tornava o sistema democrático muito restrito, quase apenas como uma faixada. Assim reprimia violentamente a oposição ao seu governo, que se encontrava, sobretudo entre os estudantes e sindicalistas. Os Tupamaros tomam a luta armada, através da guerrilha urbana, como uma forma de resistir ao arbítrio e de denunciar os caminhos a que seguia o país. Os sequestros de figuras de destaque ligadas ao governo podem ser compreendidos neste contexto. O embaixador brasileiro e Dan Mitrione são personagens representativos da influência estrangeira na política interna uruguaia, respectivamente do Brasil e dos Estados Unidos, que foram importantes promotores dos golpes de Estado que ocorrem na América do Sul.

Indicamos o filme por sua qualidade em expressar questões extremamente pertinentes para compreendermos as relações golpistas e repressivas que existiam entre os países. Porém, também, por trazer o drama daqueles jovens tupamaros que (como tantos outros, de diversas nacionalidades) doaram suas forças e seus mais belos sonhos para a construção de uma sociedade mais justa, mesmo que enfrentando uma impiedosa máquina de repressão e controle, que se articulava além das fronteiras (sob as asas do Condor ou não).

Vale a indicação de algumas leituras que podem contribuir para a compreensão desse processo: PADRÓS, Enrique. A ditadura civil-militar uruguaia: doutrina e segurança nacional.

PADRÓS, E; FERNANDES, Ananda. A gestação do golpe no Uruguai: o governo Bordaberry e o papel dos militares (1972-1973) .

 

 

Ditadura no Paraguai: Doutrina de Segurança Nacional, Terrorismo de Estado e participação na Operação Condor

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Ao tratarmos das ditaduras na América Latina, e em especial no Cone Sul, em geral a historiografia brasileira aborda pouco o caso do Paraguai, porém, a análise da história desse país e de sua ditadura militar que durou 35 anos é muito importante para a compreensão da realidade paraguaia atual – que segue tendo abalos na ordem democrática, vide a recente deposição do presidente Fernando Lugo, em 2012 – da política latino-americana em geral e de sua inserção na lógica do imperialismo capitalista global.

Stroessner

General Stroessner

O Paraguai teve sua história ao longo do século XX marcada por golpes e contragolpes, pela força do Partido Colorado, conservador de direita, e imersa em forte militarismo e violência exercida pelas Forças Armadas, especialmente após a vitória paraguaia na Guerra do Charco, contra a Bolívia, a partir da qual o Exército passou a ter forte prestígio social e inserção nas questões políticas. Em 1954 chega ao poder o General Alberto Stroessner, por meio de um golpe de Estado que abriu caminho para eleições forjadas com candidatura única do Partido Colorado, na qual Stroessner foi eleito com 99% dos votos. A partir daí, entre 1954 e 1989 o General manteve-se no poder tendo como sustentáculo o Partido Colorado, a oligarquia agropecuária e os Estados Unidos, com quem assinou pacto comprometendo-se a combater o comunismo. Impôs a hegemonia dos Colorados, perseguiu e torturou opositores, criou redes de delação e serviu como laboratório para a aplicação da Doutrina de Segurança Nacional na América Latina, em um regime baseado no Terrorismo de Estado.

Menino observa fotos de desaparecidos políticos durante a ditadura paraguaia.

Menino observa fotos de desaparecidos políticos durante a ditadura paraguaia.

Para mais informações sobre o tema, indicamos a leitura da postagem “A Ditadura Paraguaia”, publicado no blog Historiando, e do artigo “A ditadura de Stroessner no Paraguai e o controle da oposição”, de Miguel dos Santos, publicado nos anais de nossa II Jornada de Estudos sobre Ditaduras e Direitos Humanos, no qual o autor aborda os mecanismos utilizados pelo regime stronista para mascarar o caráter autoritário do regime, cooptar e paralisar oposicionistas, e criar um verniz de legitimidade para sua permanência no poder. Segundo Miguel, “O longo período do regime militar stronista no Paraguai deixou marcas que dificilmente serão apagadas do contexto social do país, haja vista as características autoritárias, exclusivistas e opressivas de um Estado elitista mais preocupado com a manutenção do status quo de uma minoria de indivíduos em detrimento da grande massa da população que vivia em condições extremamente precárias. Essa longa sobrevivência da ditadura de Stroessner não se deu pelo acaso, mas sim, devido a uma eficiente organização estatal repressiva e autoritária que buscava, incessantemente, eliminar qualquer vestígio de oposição ao regime estabelecido”.

Vítimas da ditadura de Stroessner e defensores dos direitos humanos marcharam contra a repatriação dos restos do ex-ditador de Brasília para o país.

Vítimas da ditadura de Stroessner e defensores dos direitos humanos marcharam contra a repatriação dos restos do ex-ditador de Brasília para o país.

Conhecendo minimamente o regime perpetrado ao país vizinho, e falando desde a perspectiva de uma instituição de memória que defende a abertura e a difusão de acervos capazes de esclarecer os fatos ocorridos durante as ditaduras militares no Cone Sul, ao tratar da temática não poderíamos deixar de destacar os chamados “Arquivos do Terror”, descobertos nos fundos de uma delegacia no Paraguai em 1992 pelo advogado Martín Almada. São cerca de 700 mil documentos, 03 toneladas de papeis, fotos, gravações em áudio e vídeo, acervo tornado público em 2009, no governo de Lugo, tombado pela Unesco como patrimônio da memória mundial, que registra a atuação da polícia política paraguaia, os crimes e perseguições cometidos durante a ditadura Stroessner e trás a tona muitas informações relativas à Operação Condor, coordenação repressiva secreta entre as ditaduras da região, através da qual partilhavam o uso de inteligência, perseguiam e devolviam prisioneiros políticos a seus países de origem, assassinavam opositores. O resgate desse acervo deu origem ao Centro de Documentación y Archivo para la defensa de los derechos humanos (CDyA), vinculado à Corte Suprema de Justicia de Paraguay, importantíssimo centro de pesquisa sobre nossa história recente e a violação dos direitos humanos por parte das ditaduras no Cone Sul (saiba mais sobre o CDyA aqui).

Sobre os Arquivos do Terror, a atuação de Martín Almada e as descobertas sobre a Operação Condor, leia mais:

Documentos Revelados – Repressão – América – Paraguai: http://www.documentosrevelados.com.br/categoria/repressao/america/paraguai/

BBC Brasil – Memória: Como os Arquivos do Terror revelam detalhes sobre a Operação Condor http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/12/121220_arquivo_terror_paraguai_pai.shtml

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